História do autismo

A história do autismo começa em 1908, quando o psiquiatra suíço Eugene Bleuler usou o termo pela primeira vez, o associando com transtornos esquizofrênicos. Anos depois, essa associação foi desfeita quando Leo Kanner classificou o autismo como um transtorno separado da esquizofrenia e que era caracterizado pela dificuldade de comunicação em crianças e outros aspectos do desenvolvimento. De lá até hoje, existem vários profissionais cujas contribuições foram essenciais para o entendimento do que hoje é conhecido como Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), além de diversos avanços médicos e científicos que permitem melhor qualidade de vida para essas pessoas e suas famílias. Estamos falando de manuais que classificam os critérios diagnósticos do TEA, de pesquisas e profissionais que ajudam a validar modelos de intervenção que ajudam em diversas etapas da vida e dificuldades de quem está no espectro e também de avanços da sociedade em geral. São políticas públicas, criação de leis, símbolos e também de ativismo por parte das famílias, de profissionais e, principalmente, de pessoas no espectro, que ajudam a compreender mais a condição e trazer mais conscientização para esta causa. Estamos falando de toda uma comunidade que, unida, tem conseguido encontrar caminhos possíveis e seguros para o desenvolvimento das pessoas com autismo, bem-estar de suas famílias e também maior conscientização da sociedade. Nesta seção, você tem acesso a conteúdos que falam mais sobre a história do autismo, marcos importantes e também do ativismos pelo movimento da neurodiversidade, que tem se mostrado cada vez mais importante ao longo do tempo. Pronto para a leitura?

Qual é a sua relação com a criança autista?*