Entretenimento
A cerimônia de inauguração será dia 26/07 em Paris. Separamos algumas curiosidades sobre a história dos jogos e também sobre atletas que estão no espectro autista. Acompanhe!
A história remonta o surgimento dos jogos olímpicos na Grécia antiga. Suas origens contam que o evento era disputado na cidade de Olímpia em 776 A.C.
Após o fim da antiga Grécia, os jogos foram esquecidos e retomados a partir de 1890, sendo apenas em 1900 a primeira Olimpíada que uma mulher pode disputar, coincidentemente, ela também aconteceu na França, na cidade de Paris.
Agora é hora de conhecer alguns atletas no espectro para você torcer nessa Olimpíada, como também nas Paralimpíadas!
"Se eu tivesse um cérebro neurotípico, não teria conquistado tudo o que tenho"
Chris, é um remador australiano de 39 anos. A Olimpíada de 2024 é a terceira em que ele participa, sendo medalhista de Bronze na Olimpíada de Londres em 2012
Diagnosticada aos 4 anos, Brenna, atleta paralímpica estadunidense, segue os passos de sua mãe, Rosalyn Bryant, no esporte paralímpico revezamento 4x400m feminino.
Brenna conseguiu Ouro na Olimpíada do Rio (2016), inclusive, batendo o recorde Paralímpico da categoria.
"O basquete representa uma parte de mim, cresci jogando basquete, focado, treinando. Enxergo como parte de mim. O basquete é ótimo para fazer amizades. Se não fosse pelo esporte'"
No Brasil, temos uma promessa para as próximas Olimpíadas no Basquete. Trata-se de Charlison de Sá, de apenas 16 anos, atleta do Botafogo que se destaca as seleções de base e sonha como uma vaga para as próximas Olimpíadas
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